Estão abertas as inscrições para o curso de férias em Coaching Gerencial e Executivo ministrado pelo Professor Fernando Chaves. O curso acontece no período entre os dias 05 e 08 e de 12 a 15 de julho no horário das 19h às 22h.
O curso é aberto para alunos e comunidade e se encontra na 7ª edição. Já participaram do curso, alunos professores e profissionais do mercado, sempre com excelentes comentários.
O investimento do curso é de R$ 500,00 (quinhentos reais) para profissionais e R$ 300,00 (trezentos reais) para alunos e professores, a ser pago até 05 de julho (dia do início do curso).
O valor deve ser depositado no Banco Bradesco, AG: 2891-6 C/C 3180-1 em nome de Fernando Luiz Chaves Pessôa.
As aulas acontecem no Campus I da Escola Superior de Marketing.
Para outras informações envie e-mail para f.chaves52@globo.com.
A Escola Superior de Marketing realizou entre os dias 22 fevereiro e 06 março o Curso Executivo Internacional. Neste curso foi ministrado, também, o curso de Coach Executivo com duração de 32horas/aula.
O curso obteve dos executivos presentes um grau de satisfação 9, o que consideramos de pleno êxito para nós todos.
Grato a todos.
Fernando Chaves
coach facilitador
Usar a técnica de ‘coaching’ é hoje uma das maiores armas estratégicas que a organizacional dispõe no campo da gestão de pessoas.
Ser ‘coach’ é sabidamente usar um diálogo individual sobre a tarefa a ser executada, ou seja, deve-se fazer uma leitura da bagagem do coachee (colaborador, associado, liderado, comandado). Coaching é, nesse caso, um padrão de comportamento que utilizamos para influenciar pessoas na execução das tarefas, sejam essas tarefas pequenas, médias ou grandes projetos executivos, corporativos, empresariais. Tudo vale uma pitada de coaching. O termo “influenciar”, aqui, reflete
a verdadeira expressão da motivação de pessoal. O direcionamento das atitudes deve ser compatível com as de quem você influencia. Um exemplo clássico, talvez esteja na nossa frente: …você é “um gerente dotado de empatia, interessado pelas pessoas”, mas seu pessoal acha que você é justamente o contrário, “um gerente durão, sem sentimentos, interessado apenas em resultados”. Não se estará aí aplicando os princípios da técnica de ‘coach’.
Queremos dizer que este método aborda diversos estilos de tratamento, sem haver um específico. Observe o comportamento de alguns que se dizem líderes: enquanto alguns se fixam em dar direcionamento às atividades de seus subordinados para o cumprimento da tarefa, outros se firmam em apoiar o emocional, consolidando relações exclusivamente pessoais. Assim, é preciso usar vários estilos e perfis de “coaching”. Na verdade, é necessário direcionarmos vários comportamentos. (Anne Araújo, 2000).
Comportamento 1: o coach fornece um comportamento que apresenta alta exigência e baixa solidariedade. Isto se aplica aos novatos na empresa, por inexperiência da tarefa a ser realizada; “Quero que você encha estes 5 balões e me entregue às 10:00h”.
Comportamento 2: o coach mostra um comportamento de alta exigência e alta solidariedade. Isto se aplica aos que já esboçam algum conhecimento da tarefa e que se frustram com a realização da mesma; “Quero que você encha estes 5 balões e me entregue às 10:00h. Você tem alguma sugestão a fazer?”
Comportamento 3: o coach mostra um comportamento que deve apresentar baixa exigência e alta solidariedade. Justo àqueles que apresentam bom conhecimento da tarefa, mas carecem de estímulo para realizarem; “Sabemos que é preciso encher estes 5 balões até 10:00h”. Veja de que maneira isto é possível e me relate o fato”.
Comportamento 4: o coach mostra um comportamento que apresenta baixa exigência e baixa solidariedade. Aplica-se àqueles de bom conhecimento da tarefa e se automotivam em cumpri-la. “Sabemos que é preciso encher estes 5 balões até 10:00h. Veja o que pode ser feito”.
Parece simples o uso da técnica do coaching, mas a bem da verdade se as empresas aplicassem este método de forma regular, os resultados empresariais seriam outros bem diferentes. Por que não o aplicamos agora?
Prof. Fernando Chaves
Prof.em marketing estratégico e gestão de pessoas na Escola Superior de Marketing e Consultor em gestão organizacional.
Não é necessário esquecer os problemas, basta encará-los e encontrar os seus pontos fortes para crescer pessoalmente e profissionalmente. Leia mais!
Por que parar de analisar os problemas pode transformar uma empresa? Apoiar-se nas potencialidades e nos pontos fortes, sonhar, imaginar e construir novas formas de trabalhar e organizar-se constitui uma maneira diferente e eficaz para qualquer mudança duradoura.
Até agora, o modelo tradicional com que se abordam essas transformações está baseado na lógica aristotélica, o que significa concentrar-se nos problemas para logo encontrar as causas e soluções.
A experiência indica que essa filosofia aplicada em um processo de transformação profundo pode ser, por um lado, lento e por outro, intrusivo. Lento porque não são colocadas em prática ações dirigidas a impulsionar a mudança até se ter finalizado uma profunda análise inicial. E intrusiva, pois como as diversas áreas que sofrerão mudanças são sinalizadas, isso acaba por interferir diretamente na vida das pessoas de forma negativa.
Nesse contexto, é saudável refletir sobre uma série de elementos que podem compor uma maneira diferente de abordar as transformações de negócios. Podemos citar, por exemplo, chamar a atenção para o que funciona e não apenas para os problemas, além de motivar a participação do grupo sendo as pessoas o centro das atenções.
Os pilares para sustentar tal esquema são a orientação positiva – que atua sobre nossa percepção de realidade – a influência no futuro presente – já que a visão em longo prazo interfere em nossa maneira de atuar no curto prazo – e na orientação de soluções, e não tanto na análise.
A atitude positiva é o motor das transformações empresariais. É a base para obter a energia necessária para conseguir que as pessoas “rompam” as espirais de problemas e mudem a mentalidade para encontrar seus pontos fortes sobre os quais devem se apoiar.
Então vocês devem estar se perguntando se devemos esquecer os problemas. E a resposta que eu dou é: claro que não. Devemos enfrentá-los, mas apenas quando temos os elementos necessários para que eles não abrandem o nosso progresso. E a visão de alimentar o futuro com base nos pontos fortes e por meio das pessoas da organização.
Por Rodrigo Gonsales (sócio responsável por Business da everis Brasil)
HSM Online
26/01/2010